Se estamos em foz vamos ao Paraguay fazer algumas “compritchas”. Decidimos dar uma passada no periodo da manhã para ver se achavamos alguns “regalitos” para trazermos ao Brasil. “Regalitos” é o que não falta, muita variedade em lojas e principalmente na rua o que mais escutavamos era “Oito meias, por dez reais” ou “Perfume Ferrari Black, original só aqui comigo” tal perfume que se tiver uma boa conversa sai por 10 dolares. Original hem? Como somos fotografos, partimos nas duas lojas mais conhecidas do Paraguay que é a Digital Center Py e Audio Phone Srl. As duas lojas com preços bem legais em relação ao Brasil, fotografos valem a pena conferir. Não visitamos as cataratas do iguaçu pois devido a seca as cataratas estavam secas. Era 14:00 hrs quando demos tchau a foz do iguaçu e partimos para Florianopolis. Por volta de 3:00 da manhã chegamos em casa, onde o digital do carro estava marcando 15000 kilometros.
25. dia | Foz do Iguaçu – Florianópolis
dezembro 9, 200924. dia | Corrientes – Foz do Iguaçu
dezembro 9, 2009Carregamos o carro e saimos de Corrientes por volta de 7:00 hrs da manhã, tinhamos +/- 600 kilometros até chegar em Foz do Iguaçu. Foi uma viagem bem tranquila até chegar em Posadas que fica na Provincia de Missiones. Cidade essa onde tivemos nossa primeira experiência com a corrupta policia Argentina. Os guardas nos pararam afirmando que estavamos acima da velocidade em um determinado ponto da pista o legal de toda a historia é que eles não tinham nada para provar isso. Foram logo dizendo que tinhamos que passar um dia na cidade de Posadas para acertar o valor da multa, etc etc. Até que chega um policial e chama o Mauro e Raphael para uma pequena casa na beira da pista, ali já sabiamos que teriamos que pagar a propina. Dito e feito acabamos pagando 100 pesos argentinos de propina para os policiais. Perdemos uns 40 minutos com os policiais o que atrasou nosso plano de chegada em Foz do Iguacu. Por volta de 5:00 hrs da tarde chegamos em Puerto Iguazu, que faz divisa com o Brasil. A Aduana argentina foi a mais tranquila de todas e a do Brasil nem pararam nós. Não deixe de visitar o Duty Free logo após a saida de Argentina, uma grande loja com produtos e preços super bons. Feita nossas compras chegamos em Foz do Iguaçu onde nos hospedamos no Hotel Presidente Foz e matamos a saudade da comida brasileira.
23. dia | Salta – Corrientes
dezembro 9, 2009Era perto das 10 horas da manhã que seguimos viagem a cidade de Corrientes, antes disso ainda demos uma volta na cidade aproveitando a bela manhã de calor e sol para tomar um café em um dos inumeros bares que cercam toda a praça. A ruta 16 é bem complicada em alguns pontos o asfalto estava em péssima condições, sem contar com os inumeros animais que cruzamos na pista. Foi uma viagem bem demorada, chegamos na cidade de Corrientes já era noite, e fomos direto para um hotel passar a noite.
22. dia | San Pedro de Atacama – Salta
dezembro 9, 2009Saimos de San Pedro de Atacama perto das 8 horas da manhã. Fizemos a Aduana no Chile que estava cheia de caminhoneiros devido ao horário de partida deles. Sem problemas e com o caminho de volta na cabeça, começamos a subir a Cordilheira dos andes. Que “subida”, em questão de poucos kilometros já estavamos a mais de 4000 metros sobre o nivel do mar. O ar começa a faltar e até o carro começou a falhar pela falta de oxigênio, INCRIVEL. Fizemos a aduana de entrada na Argentina em Paso Jama, onde os policiais se mostraram ser menos amigaveis. Mas sem nenhum problema maior. O deserto predominou até a pequena cidade no meio de um vale chamada Pumamarca, antes disso passamos por Salinas Grandes que nos deixou com um gosto na boca pra ir no Salar de Uyuni, infelizmente a falta de documentos e tempo iria impossibilitar nossa entrada na Bolivia. Após Salinas Grandes começa uma grande descida chamada “Cuesta del Lipán” lá dá para observar as montanhas das sets cores, um lugar incrivel e que não pode deixar de ser visitado ou melhor deixar de ser caminho de quem fazer essa viagem de carro. Passamos por Pumamarca e S. S. de Jujuy e chegamos já a noite em Salta, decidimos dar uma volta para conhecer as belezas da cidade que é muito rica na arquitetura com grandes contruções. Jantamos e fomos para o Hotel pois no outro dia, teriamos mais 800 kilometros pela frente.
21. dia | San Pedro de Atacama
maio 23, 2009Levantamos 03:30 da manha com aquela vontade… Preparamos os equipamentos e embarcamos na van que ia nos levar aos Geisers del Tatio. Este, é o maior e mais alto campo geotérmico do planeta, com aproximadamente 70 geisers ativos, 5km quadrados e a uma altura de 4.300 metros. O campo fica na cratera de um vulcao, chamado de Tatio.
Apos uma longa viagem e muitas subidas, chegamos as 06:30 da manha. O guia logo nos informou a temperatura local, 13.5 graus negativos… Em seguida, nos dirigimos para o centro do campo, onde comecamos a explorar e fotgrafar todos os geisers.

Foto: Marcelo Schmoeller

Foto: Mauro Goulart

Foto: Mauro Goulart

Foto: Mauro Goulart

Foto: Marcelo Schmoeller

Foto: Raphael Koerich

Foto: Marcelo Schmoeller
Apos as fotos, tomamos um cafe da manha regado a alfajores, paes com frios e chocolate quente aquecido pelas aguas dos geisers. Em seguida, fomos para uma piscina natural, formada pela agua que sai dos geisers, ou seja, com temperatura entre 35 a 25 graus, uma maravilha para quem estava tremendo de frio. O problema seria sair depois, se secar e trocar de roupa nas temperaturas negativas. Como estavamos la, nao corremos da emocao.

Embarcamos na van e, antes de retornar a San Pedro de Atacama, vimos um pouco da fauna e flora local e paramos em um povoado, uma vila chamada Machuca, onde vivem em torno de 50 pessoas.

Foto: Mauro Goulart

Foto: Mauro Goulart

Foto: Marcelo Schmoeller

Foto: Marcelo Schmoeller

Casa no povoado de Machuca. Foto: Raphael Koerich

Foto: Mauro Goulart

Igreja de Machuca. Foto: Raphael Koerich

Moradora de Machuca. Foto: Marcelo Schmoeller

Raphael e Marcelo procurando por fotos. Foto: Mauro Goulart
Chegamos na cidade exaustos por causa da altitude e acabamos descansando. Cada um ficou livre para dormir ou circular pela cidade. O que importa é que San Pedro de Atacama fica na nossa memória e amanha comecamos nosso regresso ao Brasil, onde primeiro passaremos por Salta na Argentina.